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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Hits do Chico Independência do Brasil





Publicado em 15 de jun de 2012
Paródia de História sobre a transferência da família real para o Brasil e a proclamação da independência. Musíca original: Whisky a Gogo(Roupa Nova).

"E Dom João desembarcou aqui, veio fugindo de Napoleão. Abriu os portos às nações amigas e fez Tratado de navegação. Então fundou o Banco do Brasil, desenvolveu administração. Brasil foi elevado a Reino Unido, mas lá em Porto tem revolução. E Dom João vai voltar, mas Pedro fica em seu lugar. Portugal vai pressionar, mas Pedro disse que vai ficar.
Dom Pedro só quer poder e moral, independência ou morte é o sinal, história é uma matéria genial(2x).

www.facebook.com/historiachicohits

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

domingo, 1 de setembro de 2013

Música - História da Liberdade no Brasil


Música - História da Liberdade no Brasil
Interprete - Martinho da Vila
video
Quem por acaso for folhear a história do Brasil
Verá um povo cheio de esperança
Desde criança
Lutando para ser livre e varonil
Do nobre Amadeu Ribeira
O homem não quis ser rei
A Monoel, o "Bequimão"
Que no Maranhão
Fez aquilo tudo que fez
Nos Palmares
Zumbi, um grande herói
Chefia o povo a lutar
Só pra um dia alcançar
Liberdade
Quem não se lembra
Do combate aos Emboabas
E da chacina dos mascates
O amor que identifica
O herói de Vila Rica
Na Bahia, são os alfaiates
Escrevem com destemor
Com sangue, suor e dor
A mensagem que encerra o destino
De um bom menino
Tiradentes, Tiradentes
O herói inconfidente, inconfidente
Domingos José Martins
Abraça o mesmo ideal
E veio o Fico, triunfal
Contrariando toda a corte em Portugal
Era a liberdade que crescia
Engatinhando a cada dia
Até que o nosso imperador
A Independência proclamou
Oba! Iarararara
Fre Caneca
Mais um bravo que partiu
Em seguida veio o 7 de abril
No dia 13 de maio
Negro deixou de ter senhor
Graças a Princesa Isabel
Abolindo com a Lei Áurea
O cativeiro tão cruel
Liberdade
Liberdade afinal
Deodoro acenou
Está chegando a hora
E assim
Quando a aurora raiou
Cortejando a República
O povo aclamou.
Fonte: http://letras.mus.br/martinho-da-vila/287383/

domingo, 21 de julho de 2013

Gonçalenses - Visconde de Sepetiba

Aureliano de Sousa e Oliveira Coutinho, o Visconde de Sepetiba GCNSC (São Sebastião de Itaipu - Distrito de São Gonçalo em 21 de julho de 1800 — Niterói, 25 de setembro de 1855), foi um juiz de fora, juiz de órfãos e político brasileiro.

Filho do coronel de engenheiros de mesmo nome, matriculou-se na academia militar, depois recebeu, em atenção aos serviços de seu pai, bolsa de Dom João VI, para ir estudar ciências naturais na Universidade de Coimbra, para onde seguiu em 21 de julho de 1820. Preferiu estudar direito, abrindo mão da bolsa. Retornou ao Brasil em 1825, sendo enviado para São João del-Rei, como juiz de
fora e ouvidor.

Posteriormente foi escolhido presidente das províncias de São Paulo (de 5 de janeiro a 17 de abril de 1831), e do Rio de Janeiro (de 12 de abril de 1844 a 1 de janeiro de 1845 e de 1845 a 4 de abril de 1848). No Rio de Janeiro foi responsável pela construção do canal de Magé e por uma nova estrada da Serra da Estrela, para a qual trouxe 500 famílias de alemães da Europa, que depois se instalaram em na colônia de Córrego Seco, depois denominada Petrópolis.

Foi também ministro da Justiça (24 de julho de 1840) e dos Negócios Estrangeiros (23 de maio de 1833 a 16 de janeiro de 1835 e depois em 1841), e senador do Império do Brasil de 1843 a 1855.

Como ministro da Justiça, combateu o Partido Restaurador e a Sociedade Militar, sendo responsável pelo controle dos motins ocorridos no Rio em dezembro de 1833 e pela prisão do tutor de D. Pedro II, José Bonifácio de Andrada, suspeito de conspirar pela restauração de D. Pedro I.

Líder do chamado Clube da Joana, exerceu enorme influência sobre o Imperador Dom Pedro II no início de seu reinado.
Foi membro do e vice-presidente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, agraciado cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo e Imperial Ordem da Rosa, entre outras.

MACEDO, Joaquim Manuel de. Anno biographico brazileiro. Rio de Janeiro: Typographia e litographia do Imperial Instituto Artístico, 1876.


Fonte: Memória de São Gonçalo