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domingo, 1 de setembro de 2013

Música - História da Liberdade no Brasil


Música - História da Liberdade no Brasil
Interprete - Martinho da Vila
video
Quem por acaso for folhear a história do Brasil
Verá um povo cheio de esperança
Desde criança
Lutando para ser livre e varonil
Do nobre Amadeu Ribeira
O homem não quis ser rei
A Monoel, o "Bequimão"
Que no Maranhão
Fez aquilo tudo que fez
Nos Palmares
Zumbi, um grande herói
Chefia o povo a lutar
Só pra um dia alcançar
Liberdade
Quem não se lembra
Do combate aos Emboabas
E da chacina dos mascates
O amor que identifica
O herói de Vila Rica
Na Bahia, são os alfaiates
Escrevem com destemor
Com sangue, suor e dor
A mensagem que encerra o destino
De um bom menino
Tiradentes, Tiradentes
O herói inconfidente, inconfidente
Domingos José Martins
Abraça o mesmo ideal
E veio o Fico, triunfal
Contrariando toda a corte em Portugal
Era a liberdade que crescia
Engatinhando a cada dia
Até que o nosso imperador
A Independência proclamou
Oba! Iarararara
Fre Caneca
Mais um bravo que partiu
Em seguida veio o 7 de abril
No dia 13 de maio
Negro deixou de ter senhor
Graças a Princesa Isabel
Abolindo com a Lei Áurea
O cativeiro tão cruel
Liberdade
Liberdade afinal
Deodoro acenou
Está chegando a hora
E assim
Quando a aurora raiou
Cortejando a República
O povo aclamou.
Fonte: http://letras.mus.br/martinho-da-vila/287383/

domingo, 21 de julho de 2013

Gonçalenses - Visconde de Sepetiba

Aureliano de Sousa e Oliveira Coutinho, o Visconde de Sepetiba GCNSC (São Sebastião de Itaipu - Distrito de São Gonçalo em 21 de julho de 1800 — Niterói, 25 de setembro de 1855), foi um juiz de fora, juiz de órfãos e político brasileiro.

Filho do coronel de engenheiros de mesmo nome, matriculou-se na academia militar, depois recebeu, em atenção aos serviços de seu pai, bolsa de Dom João VI, para ir estudar ciências naturais na Universidade de Coimbra, para onde seguiu em 21 de julho de 1820. Preferiu estudar direito, abrindo mão da bolsa. Retornou ao Brasil em 1825, sendo enviado para São João del-Rei, como juiz de
fora e ouvidor.

Posteriormente foi escolhido presidente das províncias de São Paulo (de 5 de janeiro a 17 de abril de 1831), e do Rio de Janeiro (de 12 de abril de 1844 a 1 de janeiro de 1845 e de 1845 a 4 de abril de 1848). No Rio de Janeiro foi responsável pela construção do canal de Magé e por uma nova estrada da Serra da Estrela, para a qual trouxe 500 famílias de alemães da Europa, que depois se instalaram em na colônia de Córrego Seco, depois denominada Petrópolis.

Foi também ministro da Justiça (24 de julho de 1840) e dos Negócios Estrangeiros (23 de maio de 1833 a 16 de janeiro de 1835 e depois em 1841), e senador do Império do Brasil de 1843 a 1855.

Como ministro da Justiça, combateu o Partido Restaurador e a Sociedade Militar, sendo responsável pelo controle dos motins ocorridos no Rio em dezembro de 1833 e pela prisão do tutor de D. Pedro II, José Bonifácio de Andrada, suspeito de conspirar pela restauração de D. Pedro I.

Líder do chamado Clube da Joana, exerceu enorme influência sobre o Imperador Dom Pedro II no início de seu reinado.
Foi membro do e vice-presidente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, agraciado cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo e Imperial Ordem da Rosa, entre outras.

MACEDO, Joaquim Manuel de. Anno biographico brazileiro. Rio de Janeiro: Typographia e litographia do Imperial Instituto Artístico, 1876.


Fonte: Memória de São Gonçalo

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Prefeito Geremias Fontes (1959-1962)


Geremias de Mattos Fontes ou simplesmente Geremias Fontes (São Gonçalo28 de junho de 1930 — Niterói2 de março de 2010) foi um advogado e político brasileiro.
Formou-se em direito pela Faculdade de Direito de Niterói, em 1954, e após ter sido secretário municipal, candidatou-se a prefeito de São Gonçalo, na eleição de 1958.
 
Prefeito entre os anos de 1959 a 1962. Ficou conhecido como um político "a moda antiga", daqueles que visitava as pessoas para ouvir suas queixas, não para esmolar votos.

Além de prefeito de São Gonçalo, foi governador do estado do Rio de Janeiro entre 1966 a 1971, pastor evangélico, fundou a comunidade S8 que auxilia no tratamento de dependentes de drogas.

Geremias faleceu em março  2010 de insuficiência renal aos 79 anos, em Niterói.

Fonte: Wikipédia